14 de julio de 2026 - admin
(Brasil – 13/07/2026)
O Instituto Nacional de Meteorologia informou que a previsão de chuva acumulada entre os dias 13 e 20 de julho de 2026 aponta os maiores volumes para a Região Norte, o extremo sul da Região Sul e o litoral leste do Nordeste. Segundo o modelo numérico do instituto, o Amazonas poderá registrar acumulados de até 80 milímetros, enquanto a divisa entre Alagoas e Pernambuco deve receber volumes próximos de 50 milímetros. No Centro-Oeste, a expectativa é de chuva fraca, principalmente no oeste de Mato Grosso, com cerca de 5 milímetros. No Sudeste, o tempo deve permanecer estável durante a maior parte da semana, com precipitações fracas apenas no início do período. Já no Sul, a passagem de uma frente fria entre os dias 18 e 20 deve provocar instabilidades, especialmente no sul do Rio Grande do Sul, onde os acumulados podem chegar a 50 milímetros.
Na Região Norte, o Instituto Nacional de Meteorologia prevê os maiores acumulados para o centro-oeste do Amazonas e o norte de Roraima, onde os volumes poderão superar, de forma localizada, 80 milímetros ao longo da semana. No litoral do Pará, no Amapá e no Acre, a previsão é de cerca de 30 milímetros. Entre quarta-feira (15) e quinta-feira (16), também são esperadas chuvas no noroeste do Tocantins, com acumulados próximos de 10 milímetros. Nas demais áreas da região, a expectativa é de precipitações pouco significativas, com volumes de até 5 milímetros.
No Nordeste, as chuvas deverão se concentrar na faixa litorânea. Os acumulados semanais poderão alcançar, de forma isolada, até 40 milímetros, especialmente na divisa entre Alagoas e Pernambuco. No início da semana, entre terça-feira e quarta-feira, as precipitações devem atingir principalmente o litoral da Bahia e, nos dias seguintes, avançar para os litorais de Alagoas e Pernambuco, onde os volumes podem chegar a aproximadamente 50 milímetros. No litoral do Maranhão, do Rio Grande do Norte e da Paraíba, as chuvas devem ocorrer com menor intensidade, com cerca de 10 milímetros. Já no Maranhão e no oeste do Piauí, as precipitações serão passageiras e não devem ultrapassar 5 milímetros.
Para a Região Centro-Oeste, o instituto prevê predominância de tempo firme durante a semana. Ainda assim, são esperadas chuvas fracas e isoladas no oeste de Mato Grosso, no leste de Goiás e no nordeste de Mato Grosso do Sul, com acumulados em torno de 5 milímetros. Em Goiás e Mato Grosso do Sul, essas precipitações devem ocorrer no início da semana, associadas à atuação de uma frente estacionária, que favorecerá o aumento da umidade e a formação de áreas de instabilidade. Em Mato Grosso, a previsão indica chuvas fracas e isoladas ao longo da semana. Nas demais áreas da região, incluindo o Distrito Federal, o centro-norte de Mato Grosso do Sul, a maior parte de Goiás e o centro-oeste de Mato Grosso, não há previsão de chuva significativa.
No Sudeste, a atuação de uma frente estacionária entre os dias 13 e 14 de julho deverá provocar chuvas fracas em áreas do norte de São Paulo, centro-sul de Minas Gerais, norte do Rio de Janeiro e norte do Espírito Santo, com acumulados inferiores a 5 milímetros. Para os demais dias da semana, o Instituto Nacional de Meteorologia prevê que um sistema de alta pressão mantenha o tempo firme em toda a região.
Na Região Sul, a semana começa com tempo estável na maior parte dos estados. Há previsão de chuvas fracas no nordeste do Rio Grande do Sul e em pontos isolados do litoral de Santa Catarina e do Paraná, com acumulados de até 5 milímetros. Nos dias seguintes, o tempo permanece firme, mas a partir de 17 de julho a aproximação de uma frente fria deve provocar chuva no sul do Rio Grande do Sul, com início previsto para o dia 18. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, as precipitações tendem a ganhar intensidade no domingo (19) e na segunda-feira (20), podendo atingir acumulados pontuais de até 50 milímetros. Apesar disso, a chuva deverá ficar restrita ao sul do estado, enquanto o restante do Rio Grande do Sul e as demais áreas da Região Sul devem seguir com tempo estável.
Fuente: Agrolink
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